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Banca de DEFESA: MARIA DURCILENE FREITAS CORREA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: MARIA DURCILENE FREITAS CORREA
DATA: 31/08/2020
HORA: 15:00
LOCAL: Webconferência
TÍTULO:

(AUTO)RETRATOS DO FEMININO NAS ARTES DE EDUCAR EM FRIDA KAHLO.


PALAVRAS-CHAVES:


Palavras-chave: (Auto)retratos. Arte. Devir-mulher. Educação. Frida Kahlo.


PÁGINAS: 90
GRANDE ÁREA: Ciências Humanas
ÁREA: Educação
SUBÁREA: Fundamentos da Educação
ESPECIALIDADE: Filosofia da Educação
RESUMO:

Resumo: Esta pesquisa se tece nas relações entre arte, gênero e educação, buscando cartografar as múltiplas possiblidades de produção de (auto)retratos do feminino nas artes de Frida Kahlo. O estudo visa problematizar os padrões de gênero socialmente estabelecidos, especialmente em torno do “ser” mulher, e experimentar as potências subversivas do “devir-mulher” nas artes de viver e educar em Frida Kahlo. Intercruzam-se momentos da vida da artista às suas obras de arte de cunho feministas, nas movimentações de uma arte singular a gotejar de seus (auto)retratos. Como provocações ao estudo, perguntamos: como expressar as potências do feminino na educação, ao encontro com as artes de Frida Kahlo? Em que medida os (auto)retratos de Frida produziram modos de resistência do feminino em face ao convencional da arte de seu tempo? Que provocações os (auto)retratos do feminino lançam aos valores e à educação do tempo presente? Que educação se pode experimentar pela potência do feminino? Os caminhos cartográficos, baseados em Foucault (1998), Deleuze e Guattari (1997), sinalizam uma relação entre as obras de arte de Frida Kahlo e as múltiplas produções de sentidos do feminino. No campo das artes caminhamos com Machado (2009), Herrera (2011), Haghenbech (2011), Morais (2012) e nos estudos de gênero e filosofia da diferença percorremos com Butler (1990), Jamis (1987), Louro (2004), Foucault (2004), Deleuze (1979), Deleuze e Guattari (1996), Lapoujade (2015), Sorj (2005), Beauvoir (1987), Silvio Gallo (2003), para adentrar ao universo artístico, político e da sexualidade em Frida Kahlo, como pistas pulsantes para uma educação experimentada pelas potências do feminino, do devir-mulher. Captar, perceber as pulsações dos (auto)retratos do feminino nas artes de Frida, da sua existência atormentada pela dor e seu ativismo político, constitui um desafio à criação de vetores de (re)existências por onde flua a vida da artista e de tantas mulheres em processos de luta e libertação.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 2353907 - CEZAR LUIS SEIBT
Presidente - 2298298 - GILCILENE DIAS DA COSTA
Interno - 2299112 - JOSE VALDINEI ALBUQUERQUE MIRANDA
Externo ao Programa - 1152667 - JOSENILDA MARIA MAUES DA SILVA
Notícia cadastrada em: 07/08/2020 17:08
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