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Banca de QUALIFICAÇÃO: CARLOS ADALBERTO DOS SANTOS CABRAL

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: CARLOS ADALBERTO DOS SANTOS CABRAL
DATA: 19/11/2019
HORA: 16:00
LOCAL: PPGEDUC-UFPA - Sala de Defesa do Mestrado
TÍTULO:

DEVIR-DANÇARINO: O CORPO QUE DANÇA COMO POTÊNCIA INVENTIVA NA EDUCAÇÃO.


PALAVRAS-CHAVES:


Palavras-chave: DEVIR. DANÇA. CORPO. GÊNERO. EDUCAÇÃO.


PÁGINAS: 90
GRANDE ÁREA: Ciências Humanas
ÁREA: Educação
SUBÁREA: Fundamentos da Educação
ESPECIALIDADE: Filosofia da Educação
RESUMO:

Resumo: O conceito filosófico de devir é a base da presente escritura que vai versar sobre a potência do corpo que dança na perspectiva de criar e educar, tecendo conexões com as questões de gênero na dança e na educação. O objetivo é focar na potência do corpo que dança em seu viés inventivo, no intuito de sacudir as estruturas morais e de gênero e seus investimentos disciplinares sobre o corpo que dança. Investido no conceito de devir-dançarino, objetiva-se cartografar os fluxos da arte da dança produzidos no espaço escolar e outros locais, sinalizando alguns que já foram cartografados-visitados tecendo também conexões com os sujeitos-atores em seus desafios na arte de educar tendo a dança como ferramenta pedagógica. Pretende-se também inserir ideias-força na pesquisa pontuando sobre o conceito de “devir-mulher”, que permitirá movimentar as “microfeminilidades” de um corpo que dança e como ele é capaz de gerar potências criadoras por ser um devir molecular. Quanto ao problema de pesquisa, indagamos: o que pode um corpo que dança como potência inventiva na educação? O texto vai dialogar com intercessores teóricos como Ossona (1988), José Gil (1997), Deleuze e Guattari (1995/1997),  Nietzsche (2000), Setenta (2006), Neira (2009), Verderi (2009),  Kastrup (2010) Costa (2011), Miller (2012) dentre outros. O percurso da pesquisa será inspirado na metodologia de cartografia que surge como um rizoma de pensamentos e força performativa, sua pragmática dentro de um princípio que segundo Deleuze e Guattari (1995) está “inteiramente voltado para uma experimentação ancorada no real”. Por fim, desejamos experimentar uma arte de educar partindo do corpo que dança como potência de uma arte de criar e educar, ambas vivenciadas para além das fronteiras de gênero e de dimensão disciplinar do corpo e da dança.

 


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2298298 - GILCILENE DIAS DA COSTA
Interno - 2299112 - JOSE VALDINEI ALBUQUERQUE MIRANDA
Externo à Instituição - RAIMUNDO NONATO ASSUNÇÃO VIANA
Notícia cadastrada em: 14/11/2019 11:38
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