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Banca de QUALIFICAÇÃO: KEILLA PATRICIA MENDES DE SOUZA

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: KEILLA PATRICIA MENDES DE SOUZA
DATA: 02/08/2019
HORA: 15:00
LOCAL: Sala de Informática do Campus de Cametá
TÍTULO:

AS LÍNGUAS(GENS) DA ESCOLA: Considerações sobre a escola pública e a emancipação intelectual.


PALAVRAS-CHAVES:

Línguas(gens) da escola; Emancipação intelectual; Inventividade; Escola pública.


PÁGINAS: 56
GRANDE ÁREA: Ciências Humanas
ÁREA: Educação
SUBÁREA: Tópicos Específicos de Educação
ESPECIALIDADE: Educação Permanente
RESUMO:

O presente estudo de Mestrado intitulado “AS LÍNGUAS(GENS) DA ESCOLA: Considerações sobre a escola pública e a emancipação intelectual”, tece importantes reflexões e questionamentos acerca das linguagens que circundam o universo da educação e da escola pública, tendo por foco os conceitos de “emancipação intelectual” e inventividade presentes no pensamento educacional de Jacques Rancière na obra O Mestre Ignorante de Jacques Rancière (2010), em articulação com o conceito de “língua da escola” desenvolvido por Masschelein e Siomons (2017). Esses conceitos são necessários para pensar a escola pública por outro patamar e pensar rumos para a emancipação intelectual e a inventividade do aprendiz escolar.  A Metodologia da pesquisa configura-se como estudo teórico, de cunho bibliográfico, baseado na abordagem da temática com aprofundamento nos autores estudados: Rancière (2010), Larrosa (2017), Masschelein e Simons (2017), Walter Kohan (2013), Esteban (2001), Skliar (2014), Signorini (1998) entre outros que dialogam com a temática em questão. O texto transita nesse meio educacional onde a escola pública é sempre questionada e condenada por ser um “maquinário normalizador”, em que a emancipação intelectual e a inventividade pouco ressoam devido ao histórico mecanicismo do conhecimento e à centralidade da figura do mestre como condutor do ensino, no entanto, faz-se necessário retirar a escola desse patamar apenas normalizador e recolocá-la em seu potencial emancipador e inventivo. Vale ressaltar os educandos transbordam saberes e criatividades, porém os meios convencionais do ensino os limitam. Pensar nas línguas(gens) da escola de forma emancipadora e inventiva talvez seja o que venha a romper com a “ordem explicadora” e propiciar ao aprendiz a experimentação de sua própria ciência. Podemos buscar novos rumos para a educação escolar, diferente dos quais estamos habituados, sair da nossa zona de conforto, questionar nossos métodos de ensino, para vivenciar uma educação construída coletivamente na emancipação, na inventividade e na amizade entre educadores e educandos.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2298298 - GILCILENE DIAS DA COSTA
Interno - 2353907 - CEZAR LUIS SEIBT
Externo à Instituição - ROGÉRIO JOSÉ SCHUCK
Notícia cadastrada em: 02/08/2019 09:37
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