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Banca de DEFESA: LESLYE ESTEFANIA CASTRO ERAS

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: LESLYE ESTEFANIA CASTRO ERAS
DATA: 24/02/2016
HORA: 09:00
LOCAL: Auditorio do Instituto de Tecnologia - ITEC
TÍTULO:

MODELO DE PROPAGAÇÃO DE CAMPO ELÉTRICO PARA TV DIGITAL EM PERCURSOS MISTOS NA REGIÃO AMAZÔNICA CASO: CIDADE-RIO


PALAVRAS-CHAVES:

Campo elétrico, trajeto misto, recovery effect, ITU-R. P.1546-5, Millington, TV Digital.


PÁGINAS: 50
GRANDE ÁREA: Engenharias
ÁREA: Engenharia Elétrica
SUBÁREA: Telecomunicações
RESUMO:

Neste trabalho é apresentado o estudo da propagação de campo elétrico, para dois percursos mistos típicos da região amazônica. Um primeiro cenário abordado é um trecho Belém-Baía do Guajará, no Estado do Pará. Este percurso tem 24% de terra e 76% de água. Foi realizada uma campanha de medições tanto sobre terra como sobre a água usando o canal Digital 22 de uma emissora de TV na frequência de 521 MHz. Foram medidos um total de 239 pontos, dos quais 19 em terra e 220 na agua distribuídos em 3 Radiais. Os dados coletados foram comparados com diversos modelos de propagação, tanto empíricos como teóricos, encontrados na literatura. A métrica para testar o desempenho dos modelos foi o erro RMS. Além disso, é proposto, neste trabalho, a Combinação dos Modelos: ITU-R P.1546 e Millington. Este modelo combinado proposto apresenta um erro RMS de 3dB em relação aos dados medidos. Tal erro foi mais baixo em comparação com os outros modelos e adicionalmente segue o comportamento do sinal na área de transição terra-água, onde o sinal experimenta um reforço do campo elétrico, fenômeno este conhecido como “Recovery Effect”. O modelo da ITU-R P.1546 para trajetos mistos em uma área suburbana apresentou um erro de 4.35 dB, todavia este modelo não considera o efeito do reforço do sinal na área de transição terra-água. Os outros modelos foram usados: Okumura-Hata, Espaço livre, Funções de Green Diádicas e Traçado de Raios. Tais modelos não se adaptaram ao comportamento do sinal e apresentaram erros maiores que 6 dB. Para uma melhor avaliação do modelo combinado proposto um segundo cenário foi usado, o trajeto Belém-Mosqueiro que apresenta 25% água e 75% terra. Neste caso, têm-se dados medidos somente em terra e os dados da água foram obtidos por simulação. Nesta situação, os dados calculados pelo modelo proposto se aproximam aos medidos, apresentando um erro de 4.35dB. Os dados simulados sobre a água apresentaram a característica do “Recovery Effect”, efeito que não é apresentado pelos outros modelos. Conclui-se que a combinação dos modelos ITU-R P. 1546-5 e Millington apresenta uma melhor concordância com os dados medidos em percursos mistos terra-água em relação aos outros modelos analisados


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 325740 - GERVASIO PROTASIO DOS SANTOS CAVALCANTE
Interno - 326156 - EVALDO GONCALVES PELAES
Externo ao Programa - 1927644 - FABRICIO JOSE BRITO BARROS
Externo ao Programa - 2522772 - JASMINE PRISCYLA LEITE DE ARAUJO
Notícia cadastrada em: 18/02/2016 11:14
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