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Banca de DEFESA: CASSIA CHRISTINA DA SILVA ROCHA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: CASSIA CHRISTINA DA SILVA ROCHA
DATA: 30/01/2015
HORA: 16:00
LOCAL: Auditório do ICEN - UFPA
TÍTULO:

Poluentes Orgânicos Persistentes (POP´s) em Sedimentos do Rio Pará e Afluentes da Margem Direita (Rios São Francisco, Murucupi e Arienga, Igarapés Curuperê e Dendê), Cidade de Barcarena, Estado do Pará.


PALAVRAS-CHAVES:

Poluentes Orgânicos Persistentes; BIfenilas Policlonadas; Pesticidas Organoclorados; Barcarena; Sedimentos.


PÁGINAS: 78
GRANDE ÁREA: Outra
ÁREA: Ciências Ambientais
RESUMO:

Os Poluentes Orgânicos Persistentes (POP's) compõem uma classe importante de substâncias químicas em função de seu potencial bioacumulativo, de transformação e toxicidade.  Os compostos organoclorados (CO's) são POP's onde a molécula orgânica está ligada a átomos de cloro. Os CO's são produzidos intencionalmente e são classificados como bifenilas policlonadas (PCB's) e pesticidas organoclorados, ambos entrando no ecossistema por meio de atividades antrópicas que liberam tais compostos para atmosfera ou para os recursos hídricos. METODOLOGIA: Este estudo analisou a presença de bifenilas policlonadas e pesticidas organoclorados em amostras de sedimentos de seis rios (Rio Pará, São Francisco, Murucupi, Arienga, Curuperê e Dendê) localizados próximos à cidade de Barcarena, Estado do Pará. A amostragem considerou a sazonalidade regional e foi realizada em quatro etapas nos anos de 2011 e 2012. No total foram coletadas e analisadas 44 amostras de sedimentos. A quantificação da matéria orgânica (MO) seguiu o protocolo estabelecido por Guimarães et al., 1970. Os PCB's e pesticidas organoclorados foram inicialmente separados dos sedimentos através de sistema de extração assistida por microondas e purificados através de sistema VacElut sps 24. Para análises foi utilizado o cromatógrafo modelo Trace™ Ultra Gas (Thermo) com detector de captura de elétrons (CG-ECD). RESULTADOS: Os resultados indicaram que a média total de Arocloros foi de 620,63 e 88,25 mg.Kg-1 em 2011 e 2012, respectivamente, com variação de 118,27 a 14958,31 mg.Kg-1 em 2011 e 100,2 a 307,7 mg.Kg-1 em 2012. De acordo com o perfil composicional dos Aroclor, os resultados indicaram que o Aroclor 1232 foi a mistura técnica que apresentou maior proporção, i.e. foi dominante em todas as amostras de sedimentos, variando desde 307,70 a 2265,86 mg.Kg-1. CONCLUSÃO: O presente estudo demonstra que os ecossistemas pertencentes aos rios Pará e Murucupi estão sob maior risco de exposição aos Aroclor, em especial ao Arocloro 1232.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 2278489 - CLAUDIO NAHUM ALVES
Presidente - 301.091.322-20 - MARCELO DE OLIVEIRA LIMA - IEC
Externo à Instituição - ROBSON DA SILVA GURJAO
Notícia cadastrada em: 29/01/2015 09:03
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