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Banca de DEFESA: CARLA PATRICIA DE SOUSA SILVA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: CARLA PATRICIA DE SOUSA SILVA
DATA: 26/11/2015
HORA: 10:00
LOCAL: Redenção - PA
TÍTULO:

"FATORES SOCIOECONÔMICOS E AMBIENTAIS ASSOCIADOS À PREVALÊNCIA DE PARASITOSES EM CRIANÇAS DE REDENÇÃO, ESTADO DO PARÁ".


PALAVRAS-CHAVES:

Crianças, Creches, Fatores de risco, Parasitose, Prevalência.


PÁGINAS: 109
GRANDE ÁREA: Outra
ÁREA: Ciências Ambientais
RESUMO:

A prevalência de parasitas intestinais apresenta uma íntima relação entre fatores de risco socioeconômico e ambientais, sendo um grave problema de saúde pública principalmente em indivíduos de baixa renda. Sua ocorrência esta associada à imaturidade do sistema imunológico em crianças com idade entre 0 a 5 anos, que tem no ambiente escolar locais propícios a sua proliferação. O presente estudo objetivou-se em associar a prevalência de parasitoses intestinais em crianças de 0 a 5 anos atendidas em uma creche escolar no município de Redenção no Sudeste do Estado do Pará, com os fatores socioeconômicos e ambientais da população estudada. A análise de dados foi realizada através de um estudo quantitativo dos resultados dos exames laboratoriais e qualitativo das variáveis obtidas através dos questionários aplicados as 136 familias participantes e aos 32 funcionários que aderiram ao projeto. As amostras de fezes das crianças e dos funcionários, foram analisadas através dos métodos de Hoffmann, Pons & Janer ou Sedimentação Espontânea e Centrifugo- flutuação em sulfato de zinco a 33% descrito por Faust e Cols. Os dados foram tabulados em planilhas eletrônicas e a análise percentual foi realizada através do programa Microsoft Excel 2008. Foram detectados protozooses em 76,5% das crianças e 75% dos funcionários, com destaque para Giardia lamblia, Entamoeba histolytica e Entamoeba coli. Quanto a distribuição geral do perfil enteroparasitológico, observou-se 70,0% de monoparasitismo e 30,0 % de biparasitismo entre as crianças. Tais aspectos, aliados as condições socioeconômicas e ambientais insatisfatórios como falta de saneamento básico, renda familiar insuficiente (37,5% das famílias sobrevivem com menos de 1 salário), baixo grau de escolaridade (28,7% dos pais possuem ensino médio incompleto), presença de fossa séptica em 45% das casas, abastecimento através através de poço ou cistena em 38,9% das residências e maus hábitos higiênicos em 25% das crianças, demonstraram que há uma relação direta entre a prevalência de enteroparasitoses e os fatores de risco socioeconômicos e ambientais a qual a população estudada esta exposta.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 2278489 - CLAUDIO NAHUM ALVES
Presidente - 301.091.322-20 - MARCELO DE OLIVEIRA LIMA - IEC
Externo à Instituição - TEREZINHA CAVALCANTE FEITOSA
Notícia cadastrada em: 10/11/2015 10:06
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