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Banca de DEFESA: ANDRÉA CRISTINA MARASSI LUCAS

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ANDRÉA CRISTINA MARASSI LUCAS
DATA: 30/10/2020
HORA: 14:30
LOCAL: Instituto de Ciências da Saúde - Sala Google Meets
TÍTULO:

ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA OFERTADA PELAS EQUIPES DE SAÚDE BUCAL NA ATENÇÃO PRIMÁRIA NO BRASIL


PALAVRAS-CHAVES:

 Saúde bucal. Avaliação em saúde. Pesquisa sobre serviços de saúde. Atenção Primária à Saúde.


PÁGINAS: 30
GRANDE ÁREA: Ciências da Saúde
ÁREA: Saúde Coletiva
RESUMO:

Resumo: No Brasil, apesar da expansão gradual das equipes e serviços de saúde bucal no SUS a partir da criação e fortalecimento das políticas públicas de saúde bucal, ainda podem ser observados entraves em relação à assistência odontológica, o que interfere na saúde bucal e na qualidade de vida da população. Neste sentido, a avaliação em saúde é importante na identificação de problemas, monitoramento, planejamento e na elaboração de propostas de intervenção. A avaliação em saúde bucal é objeto recente de pesquisas, com considerável aumento após as avaliações nacionais do Programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade da atenção básica e dos centros de especialidades odontológicas (PMAQ-AB e PMAQ-CEO) conduzidos pelo Ministério da Saúde (MS). Assim, objetivou-se, com o presente estudo, avaliar como se dá o acesso e o fluxo assistencial da APS para os serviços especializados em todo o Brasil, utilizando-se de estudo descritivo, de corte transversal, a partir de dados do 3º ciclo do PMAQ-AB extraídos do sistema E-gestor, referentes à fase de avaliação externa das equipes de Saúde Bucal (ESB) participantes. Como resultados desta pesquisa foram elaborados dois artigos científicos, o primeiro comparando a assistência odontológica entre as regiões do Brasil e o segundo relacionando as práticas assistenciais das ESB(s) no estado do Pará com o desempenho no processo avaliativo. Identificou se que apesar do aumento da oferta de serviços especializados de Odontologia no Brasil, do apoio prestado pelos CEO(s) e da melhoria do acolhimento na APS pelas ESB(s), persistem ainda entraves no processo de trabalho, o que impacta negativamente no desempenho das equipes. Os principais resultados apontam falhas na organização da demanda e no fluxo assistencial dos usuários, principalmente por falta de protocolos e de capacitação profissional, em especial no Norte, dificultando o acesso e a continuidade do cuidado e portanto, a conclusão dos tratamentos odontológicos. No Pará, as ESB(s) que vivenciaram práticas de oferta de consultas especializadas e apoio dos CEO(s) apresentaram mais que o dobro de chance de obter melhor desempenho na certificação. O segundo na construção do Modelo lógico (ML) mostrou se como importante proposta de intervenção no reordenamento do sistema de encaminhamentos para os CEOs, através do agendamento online para os serviços especializados. Logo, conclui-se que é importante incorporar a prática da avaliação em saúde qualificada com apoio da gestão, através do ML, para tomada de decisão e construir fluxos assistenciais hierarquizados e regulados que permitam a integração entre os níveis de atenção e a participação comunitária, considerando as especificidades e disponibilidade das redes de atenção à saúde loco-regionais.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - 1804525 - DENISE DA SILVA PINTO
Externo ao Programa - 2449316 - HELDER HENRIQUE COSTA PINHEIRO
Presidente - 1615573 - LILIANE SILVA DO NASCIMENTO
Interno - 1508844 - MARCOS VALERIO SANTOS DA SILVA
Notícia cadastrada em: 25/09/2020 19:08
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