Com as transformações das dinâmicas migratórias e populacionais vide processos contemporâneos da política, da sociedade e da economia brasileira, urge a necessidade do olhar sobre as políticas migratórias e promoção dos seus desdobramentos nas transformações no tecido socioespacial. Isso não é compreendido somente na instância do ensino e da pesquisa, mas também na promoção formativa de atividades para a comunidade acadêmica e sociedade civil. A conscientização do olhar humanizado e igualitário da igualdade material, não da diferenciadora é salutar na construção de políticas públicas e na reflexão socioespacial. A proposta aqui atua em três frentes: formação e capacitação para a comunidade acadêmica, para agentes públicos e para a sociedade civil interessada. Nesse sentido, planejamos a execução de 2 oficinas de formação voltada para o mapeamento das migrações, das desigualdades de gênero e raça, população em situação de rua e dos serviços públicos para populações em situação de marginalização, como as descritas anteriormente. As oficinas estão definidas da seguinte forma: Duas oficinas de 20 horas para a comunidade acadêmica: Será executada em laboratório da Faculdade de Geografia e Cartografia, oferecendo o total de 50 vagas. Cinco oficinas de 10 horas para agentes públicos e migrantes indígenas e não indígenas, oferecendo o total de 50 vagas (12 vagas para cada oficina).
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