As patologias endócrinas da infância e da adolescência têm aumentado em prevalência na população em geral, de acordo com diversas fontes (GBD, 2025; Liu et al., 2025; Kelishadi et al., 2024; Song et al., 2023; Parent et al., 2023; Santos et al., 2022). Devido aos custos assistenciais elevados e ao grau longitudinal da sua investigação, os pacientes podem ficas desassistidos pelo sistema público de saúde, demandando a necessidade de profissionais das diversas áreas de atuação gerando uma abordagem multidisciplinar. A assistência é prioritariamente prestada a populações de crianças ribeirinhas, indígenas, quilombolas, além de abranger a população da região de Saúde do Distriro dÁgua. A deficiência do hormônio do crescimento, puberdade precoce, baixa estatura, síndrome de Turner, diabetes mellitus e hipotireoidismo são doenças endócrinas que acometem crianças e adolescentes, podendo estar intimamente relacionados ao desenvolvimento físico, psicossocial e puberal anormal (Clayton et al., 2007). Para um bom prognóstico é necessário um trabalho em prol do diagnóstico precoce, utilizando de exames laboratoriais, anamnese detalhada e exame físico completo para definir a terapêutica mais adequada, sempre considerando aspectos sociais e econômicos (ADA, 2025; ISPAD Clinical Practice Consensus 2024; SBD 2023; WHO, 2016). Os pacientes presentes no Ambulatório de Patologias Endócrinas da Infância e da Adolescência, da Universidade Federal do Pará, serão atendidos no Hospital Universitário João de Barros Barreto por uma equipe multidisciplinar: enfermeira, nutricionista, assistente social, psicóloga e endocrinologista. Dessa forma, o vigente programa beneficia, conjuntamente, a assistência aos pacientes e o aprendizado dos alunos da graduação em end
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